Recomendando informações com inteligência de mercado

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Preparados para mais um vislumbre da importância dos documentos de inteligência? Chegamos ao cerne do que buscávamos: os documentos de inteligência de mercado! Mas para quê preciso de tantos dados e informação para fazer algo tão simples?!

Além do produto, é claro, o mundo dos negócios só faz sentido se houver 2 atores muito importantes: de um lado alguém querendo comprar e do outro alguém querendo vender. Acontece que, invariavelmente, há mais de um comprador ou vendedor e uma quantidade finita de produtos para atendê-los… Qual o efeito desse dilema?

É a famosa equação de oferta e demanda que “apimenta” toda a brincadeira das transações comerciais que, no jargão da inteligência de mercado, chamamos de pricing. Detalhe importante: para sobreviver neste ambiente de competitividade voraz, é preciso saber escolher muito bem o seu posicionamento no mercado.

Eis o papel dos documentos de inteligência de mercado! Analise, prospecte e monitore. Você não vai se arrepender…

Análises de mercado

Vamos imaginar que, economicamente, seu país depende quase que exclusivamente da exportação de produtos agrícolas para manter o nível do câmbio e sobreviver no comércio global… Qualquer semelhança, não é mera coincidência!

Imagine agora o seguinte cenário: há uma forte crise energética mundial e os preços dos fertilizantes nitrogenados dispararam. Trocando em miúdos: para cada US$ 100 de soja exportada, há uma perda de margem de US$ 7 por conta da uréia que disparou mais de 470% no período inferior a 1 safra! Alguém tem noção de quantos milhões (ou melhor, bilhões) isso representa em nossa balança comercial?! Posso dizer, sem medo de errar, que boa parte da população ficaria um pouco mais pobre…

Sabedor das suas responsabilidades, claro, o ministro da economia se antecipa e solicita aos seus assessores um estudo estratégico sobre quais países deveria isentar a alíquota de importação para cobrir este rombo de rentabilidade dos produtores de soja. Bingo! Eis aí o papel perfeito para uma análise de mercado que apresente uma listagem dos países com esforços de comercialização em determinado segmento de mercado. Veja abaixo a resposta ao minitro.

Figura. Exemplo de análise de mercado para o segmento de fertilizantes.

Monitoramento de mercado

Aqui o foco são os seus competidores diretos. Mais especificamente os documentos de monitoramento de mercado se propõem a varrer a literatura mundial e nacional atrás das transações comerciais que representem movimentos estratégicos que possam representar uma ameaça real à sua participação de mercado. Vejamos um exemplo concreto ainda no segmento de fertilizantes que é tão importante para o nosso país!  

O primeiro passo é a seleção dos “produtos similares”, ou seja, aqueles com uma proposta de valor e/ou atributos semelhantes aos seus produtos mesmo que em aplicações distintas… Veja bem. Aqui estamos tratanto especificamente do fertilizante fosfatado superfosfatos simples, muito conhecido pela sigla SSP (NCM 31031010) e com a peculiaridade de ser rico no nutriente complementar enxofre.

Ao buscar pela sua família de produtos com NCMs parecidos, observamos uma série de outros produtos mais concentrados em fósforo (ex. TSP, ou superfosfato triplo) ou um misto em fósforo e nitrogêncio (exs. MAP e DAP) que sabidamente acabam por deslocar a demanda em algumas culturas específicas… E o pior é que praticamente todo o DAP é importado, desprestigiando assim o SSP fabricado no mercado local e, mais uma vez, afetando nossa já tão desvalorizada balança comercial!

Prospecção de mercado

Aqui que mora o perigo! Como tudo na vida, o que mais assusta mesmo, chegando a tirar o sono daqueles que gostam de procurar manter o controle e prever tudo, sempre é o famigerado desconhecido… É nessa categoria que se encontram os “produtos substitutos”. São eles que definem as fronteiras dos mercados adjacentes e, como tal, podem ser definidos como algo totalmente inusitado em termos de proposta de valor e/ou atributos.

No caso do SSP, chegou-se a uma conclusão tão estapafúrdia quanto imprevisível (pelo menos aos olhos de alguns dos produtores): que a sua própria matéria-prima (no caso uma rocha fosfática), quando selecionada a dedo (uma rocha sedimentar com capacidade de liberação controlada dos elementos em solos ácidos), poderia representar, de fato e cientificamente comprovada, um produto literalmente superior, com destaque para grandes culturas brasileira com a pastagem que cobre boa parte do nosso território.

Foi assim que se identificou um “entrante” neste mercado (a empresa Cibrafértl) que importava recorrentemente este tipo de rocha pelo porto de Camaçari e passou-se a monitorar o seu histórico de preços mês a mês durante 5 anos, identificando tendências e auxiliando na tomada de decisão para o pricing.      

Finalmente, apenas olhando estes poucos exemplos de um único segmento de mercado, podemos já ter ao menos um vislumbre do poder da inteligência de mercado voltada para tomada de decisão estratégica dentro das organizações.

Não importa o tamanho, se a empresa é nacional o multinacional, se comercializa commodities ou tecnologia, seja uma startup do Vale do Silício ou uma mineradora de carvão na Autralia, todas precisam estar atentas ao mercado, mundial e nacional, se quiserem prevalecer nos ambientes altamente competitivos que estão inseridas!

Créditos:

Autoria por Ricardo Barreto

Da obra no prelo VALOR: desvendando conceitos e quebrando mitos

VOLUME I – INTELIGÊNCIA DE VALOR: algoritmos para boas decisões

Apêndice II

#ricardobarreto #culturadevalor #valores #valor #cultura #aforismos #ciclodaculturadevalor #curvadevalor #avaliaçãodevalores #autoavaliação

Determinação da curva de valor

            Vimos primeiramente como determinar os três diferentes tipos de valores (esperado, percebido e real). Isto se aplica a avaliações de circunstâncias pontuais como, por exemplo, o valor da “felicidade” numa festa de aniversário…

            Vejamos, agora, como traçar a sua própria “curva de valor” que contempla os principais valores em múltiplas interações e num período mais longo (ex. 1 ano). Este procedimento serve para sabermos como somos “percebidos” pelas pessoas com que convivemos e de alguma forma estamos conectados.

            Só existe uma forma fidedigna de cumprirmos com essa importante missão e requer método, tal como o empregado nos departamentos de recursos humanos das empresas. São realizadas consultas, via questionários orientados, aos nossos diversos públicos de relacionamento, incluindo nós mesmos!  

            É preciso saber como nossos familiares, amigos, parceiros de academia e colegas de trabalho, aqueles com quem interagimos no dia a dia, nos avaliam em termos dos valores conscienciais, tanto no plano físico como no plano sutil. Só assim, teremos uma fotografia mais clara de onde estamos em termos de valores humanos e poderemos traçar um plano para o desenvolvimento daquelas características que mais precisamos melhorar.

            São três os passos para uma consulta estruturada, a saber:  

                1. Seleção das pessoas;

                2. Avaliação dos valores;

                3. Construção da curva de valor.

Seleção das pessoas

            Alguns critérios devem ser respeitados para que você obtenha êxito na seleção representativa das pessoas. Antes de qualquer coisa é preciso fazer uma lista daquelas com as quais você mais convive, nos diferentes ambientes que frequenta: casa, trabalho, escola, academia, igreja, etc. Uma dica: escolha os nomes ao acaso à medida que surgirem em sua mente. Tente obter uma lista de pelo menos cinco nomes de cada ambiente.

Figura 1. Lista de pessoas por ambiente de convívio.

            Olhe agora para esta lista e procure ordená-la de acordo com a quantidade de tempo que você interagiu com cada uma destas pessoas no último ano. Isto porque quanto mais tempo você se relacionou com elas, maiores são as chances de elas terem uma percepção mais apurada dos seus valores…

            Uma dica: não confunda quantidade de interações com intensidade (ou a carga emotiva) das interações… Faz-se mister aqui evitar o viés da afinidade ou repulsa neste processo de seleção. Claro que sempre existirão casos em que os tipos de interações se confundirão, mas não podemos induzir isto propositalmente.

Figura 2. Lista ordenada por ambiente de convívio.

    Interessante observar, neste caso, que os ambientes de convívio se restringem basicamente à casa, escola e rede social na internet. E que os melhores amigos da escola não são necessariamente os mesmos do Facebook…

Você está, enfim, apto para concluir o processo de seleção. Escolha ao menos duas pessoas de cada ambiente que você mais frequenta, respeitando a ordem de quantidade de interações. Recomenda-se que sejam escolhidas no máximo doze pessoas como um todos.

Avaliação dos valores

            Antes de iniciar, não se esqueça de fazer a sua auto avaliação, respeitando uma escala de 0 a 5 pontos que representa como você se enxerga com relação a cada um dos principais valores da sua existência física, ou sutil, se preferir.

Figura 3. Escala de avaliação das pessoas.

Procure enriquecer sua auto avaliação com exemplos de casos típicos que pesaram significativamente nas notas aplicadas. Estes comentários normalmente são lembranças que vêm naturalmente em nossa mente durante a avaliação de cada um dos valores.

Figura 4. Auto avaliação de valores sutis.

            Finalmente, você deverá contatar cada uma das pessoas selecionadas para explicar que está construindo sua “curva de valor” e gostaria de contar com um pouquinho do tempo delas para preencherem um formulário de avaliação.

    É muito importante que você explique pessoalmente qual é o propósito desta avaliação e combine de encaminhar o formulário por email para a pessoa se sentir mais à vontade para o preenchimento em seu tempo livre.

    Dê um prazo longo (algumas semanas). Caso a pessoa não responda neste período, encaminhe um lembrete e aguarde por mais 1 semana. Se ainda assim não obtiver resposta, não insista. Cada um tem suas prioridades e devemos respeitá-las. Passe para a próxima pessoa da lista.

Construção da curva de valor

            Depois de receber os formulários preenchidos, compile as notas e comentários das avaliações numa mesma tabela e aplique uma média simples das avaliações de cada valor. Compare então as notas obtidas com as da sua autoavaliação. Aplique novamente uma média simples entre estes valores. Terás, então, as notas finais.

Figura 5. Avaliação de valores sutis.

    Para concluir a construção da sua curva de valor só falta agora plotar as notas finais na forma gráfica para facilitar a visualização.

Figura 6. Exemplo de curva de valor.

    Ao analisar sua curva de valor ficará evidente quais são os seus valores que precisam ser desenvolvidos. Neste caso específico os valores da paz e felicidade mereceriam especial atenção. Você poderá então estabelecer um plano de desenvolvimento, constando ações que visem prioritariamente o desenvolvimento destes valores.

    Com o passar do tempo (normalmente após 5 ou 10 anos) é recomendável que atualize sua curva de valor com o intuito de avaliar como está sua evolução. Se estiver estagnado, é sinal de que precisa rever seu plano porque não está gerando resultados práticos.          

    Trocando em miúdos: não tem havido nenhuma melhora da sua percepção de valor pelas pessoas com quem você se relaciona. E isto é sinal de que precisa mudar mais radicalmente algum aspecto do seu “ciclo de cultura de valor”.

Créditos:

Autoria por Ricardo Barreto

Da obra no prelo VALOR: desvendando conceitos e quebrando mitos

VOLUME II – CULTURA DE VALOR: aforismos para uma vida plena

PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA PT-0002-2.0

#documentodeinteligência #documentodeinteligênciatecnológica #inteligênciatecnológica #documentostecnológicos #prospecçãotecnológica #internet #mobile #Google

SELEÇÃO TECNOLÓGICA PT 2.1

As empresas selecionadas foram responsáveis por cerca de 91.500 patentes sobre “mobile” nos últimos 15 anos. Deve-se destacar que a palavra mobile também se aplica a outras tecnologias e não somente para telefones celulares.

PANORAMA TECNOLÓGICO PT 2.2

A Samsung ficou em primeiro primeiro lugar no ranking com 1898 patentes publicadas em 2016. Interessante observar que empresas tradicionais do segmento como a Apple, Motorola e Nokia não figuraram mais entre as principais em termos de produção tecnológica.

PARTICIPAÇÃO TECNOLÓGICA PT 2.3

As 5 principais empresas foram responsáveis por aproximadamente 7% de todas as patentes publicadas em 2016. O technological share da Samsung foi de 4%. Já o Google apareceu pela primeira vez entre as principais empresas com 1%.

COMPETIÇÃO TECNOLÓGICA PT 2.4

A Samsung se manteve na liderança em quase todo o período, muito embora seu pico de desenvolvimento tenha ocorrido em 2007 com 3.042 patentes publicadas. Já a Ericsson que era líder em 2001 reduziu gradativamente sua produção tecnológica (quase 60%) perdendo posições para Qualcomm e ZTE Corporation. Impressionante a ascensão da Google como novo “entrante”, saltando de 2 patentes em 2002 para 309 em 2016 e passando empresas tradicionais como a Apple e Nokia.

PROGRESSÃO TECNOLÓGICA PT 2.5

A Google teve um crescimento impressionante no últimos 10 anos, mas o perfil “sinoidal” da curva indica que já passaram da fase “áurea” de desenvolvimentos na área. Não foi possível calcular o CAGR porque a geração de patentes foi nula no primeiro ano considerado.

PRODUÇÃO TECNOLÓGICA PT 2.6

Confirma-se no ano corrente que o Google está desacelerando seus esforços na área com uma média de 18 patentes por mês, bem abaixo do esperado.

RADAR TECNOLÓGICO PT 2.7

A maioria das patentes foi publicada no escritório americano USPTO, muito embora algumas tenham sido também protegidas nos escritórios europeu EPO e mundial WIPO. O país cessionário de todas as patentes é os Estados Unidos, onde se localiza a sede corporativa e centro de P,D&I do Google.

RADIOGRAFIA TECNOLÓGICA PT 2.8

A patente 3171317 foi aplicada pelo Google (Estados Unidos) em 18.09.2012 e publicada em 24.05.2017. A patente prevê uma forma de realizar transações de pagamento sem contato pelo celular através de um elemento de segurança e sistema de comunicação.

Créditos:

Autoria por Ricardo Barreto

Documento de inteligência tecnológica gerado em 15/06/2017

Base de dados tecnológica: PATENTSCOPE

Apêndice I

#ricardobarreto #culturadevalor #valores #valor #cultura #aforismos #ciclodaculturadevalor #valoresperado #valorpercebido #valorreal #valordafelicidade #felicidade

Detalhamos aqui algumas das ferramentas apresentadas neste livro, visando impulsionar a geração de valor consciencial.

Determinação de valor esperado

            Comecemos definindo algum valor específico que você gostaria de realizar a sua autoavaliação. Usando o mesmo exemplo empregado na Introdução, vamos tratar aqui do valor da “felicidade”.

            Vimos que o “valor esperado” é aquele em que cada um estabelece uma inferência estatística, baseada nas suas próprias observações, sobre a frequência e o impacto com que gera determinado tipo de valor no dia a dia.

            Digamos que, em cada 100 circunstâncias de encontros sociais, familiares e profissionais, você acredita (isto mesmo, uma crença porque via de regra o “valor esperado” é significativamente distinto do “valor percebido”) que gerou o valor da felicidade em 50% deles. Desenhando isto numa análise típica de quadrantes, temos:

Figura 1. Análise de valor esperado.

            Isto quer dizer que, muito provavelmente, numa escala 0 a 5, sua autoavaliação sobre este valor específico da felicidade, seria algo em torno de 2,5.

Determinação do valor percebido

            Imagine agora que, numa espécie de enquete com 50 das 1.000 pessoas com quem você efetivamente interagiu nestes 100 encontros, apenas 5 (ou 10%) enxergaram de fato este valor em você. Teríamos então o seguinte quadro:

Figura 2. Análise de valor percebido.

            Notem que, na média, sua avaliação entre elas necessariamente está deslocada para o lado negativo (menor que 2,5), ficando possivelmente bem próxima de 1,0.

            Isto é, portanto, o que chamamos de “valor percebido”, aquilo que os outros enxergam sobre você dentro de certo espaço amostral. Importante observar que, segundo os conceitos estatísticos, quanto maior o espaço amostral, maior a precisão dessa medida.

Determinação do valor real

            Então, aplicando-se o modelo bayesiano que prevê o procedimento de atualização e validação das inferências (sua autoavaliação contra a avaliação dos outros), temos o que mais se aproximaria do seu “valor real” de felicidade, ou seja, algo entre 1,0 e 2,5, ou muito próximo de 2,0. Teríamos, mais propriamente, a seguinte análise de quadrantes para este caso:

Figura 3. Análise de valor real.

            Seria como se fizéssemos o teste com todas as 1.000 pessoas com quem você interagiu. Note como existem circunstâncias dúbias, ou seja, ocorreram casos em que você não gerou valor de felicidade e algumas pessoas entenderam que sim (100 entre 600), ou algo como 17% dos casos. Por outro lado, também houve casos em que você gerou de fato valor, mas este não foi entendido como tal (100 entre 400), ou 25% de incidência.

            Este tipo de análise estatística é muito interessante porque nos mostra como o pensamento consciente pode influenciar no fluxo do subconsciente e vice-versa… Mais um motivo para buscarmos o pleno domínio dos pensamentos e não ficar a mercê dos domínios do nosso subconsciente.

Créditos:

Autoria por Ricardo Barreto

Da obra no prelo VALOR: desvendando conceitos e quebrando mitos

VOLUME II – CULTURA DE VALOR: aforismos para uma vida plena

PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA PT-0001-1.0

#documentodeinteligência #documentodeinteligênciatecnológica #inteligênciatecnológica #documentostecnológicos #prospecçãotecnológica #internet #mobile

SELEÇÃO TECNOLÓGICA PT 1.1

As 12 aplicações relacionadas foram responsáveis por cerca de 60 mil de um universo de 150 mil patentes publicadas sobre “internet” no período de 2002 a 2016.

PANORAMA TECNOLÓGICO PT 1.2

Os desenvolvimentos de “internet” relacionados a “wireless” e “mobile” ocuparam a primeira e segunda posições do ranking com 2.036 e 1.910 patentes publicadas, respectivamente.

PARTICIPAÇÃO TECNOLÓGICA PT 1.3

As 5 principais aplicações relacionadas foram responsáveis por cerca de 42% das patentes publicadas, o que demonstra considerável concentração das aplicações nesta área.

COMPETIÇÃO TECNOLÓGICA PT 1.4

As aplicações relacionada “wireless” e “mobile” se mantiveram na liderança em todo o período, bem a frente das demais aplicações. Interessante observar o alto grau de correlação entre as curvas de crescimento para mobile e wireless.

PROGRESSÃO TECNOLÓGICA PT 1.5

Neste período dos últimos 15 anos o CAGR da aplicação relacionada “mobile” foi de 4,1%.

PRODUÇÃO TECNOLÓGICA PT 1.6

A produção tecnológica foi fraca nos primeiros meses e não deve-se atingir a previsção de 1.830 patentes no ano corrente. Para 2018 a estimativa é de cerca de 1.900 patentes.

RADAR TECNOLÓGICO PT 1.7

A maioria das patentes recentes na área foi aplicada através do WIPO, tendo a China como principal país de prioridade.

RADIOGRAFIA TECNOLÓGICA PT 1.8

A patente WO/2017/084089, da HUAWEI TECHNOLOGIES localizada na China, foi aplicada em 20.11.2015 e publicada em 26.05.2017. O privilégio desta invenção está na viabilização de um sistema de internet para veículos, fundamentada numa estação base que estabelece a conexção com um dispositivo terminal.

https://patentscope.wipo.int/search/en/detail.jsf?docId=WO2017084089

Créditos:

Autoria por Ricardo Barreto

Documento de inteligência tecnológica gerado em 15/06/2017

Base de dados tecnológica: PATENTSCOPE

MONITORAMENTO TECNOLÓGICO – MT-0003-3.0

documentodeinteligência #documentodeinteligênciatecnológica #inteligênciatecnológica #documentostecnológicos #monitoramentotecnológico #software #controledeprocessos #Blevins, Terrence L.

SELEÇÃO TECNOLÓGICA MT 3.1

Os inventores foram selecionados de acordo com a relevância dos trabalhos e o número de patentes publicadas no período considerado. Nas pesquisas utilizaram-se as “TAGs” dos nomes dos inventores entre asteriscos e da mesma forma como ocorreram nos resultados apresentados pela base de dados. Isto não quer dizer que não possam ter sido considerados também homônimos nas pesquisas.

PANORAMA TECNOLÓGICO MT 3.2

Apenas 2 dos inventores selecionados tiveram patentes publicadas no ano de 2016. Este fato deve ser melhor investigado porque pode sinalizar uma migração dos esforços de desenvolvimento destes pesquisadores para outras áreas.

PARTICIPAÇÃO TECNOLÓGICA MT 3.3

A participação tecnológica dos principais inventores foi praticamente nula em 2016.

COMPETIÇÃO TECNOLÓGICA MT 3.4

Nota-se que no geral não há regularidade da publicação de patentes por parte dos principais inventores no período de 2002 a 2016. Somente o inventor Blevins, Terrence L. manteve uma produtividade regular no período (cerca de 10 patentes em média por ano).

PROGRESSÃO TECNOLÓGICA MT 3.5

O inventor “Blevins, Terrence L.” teve uma produtividade tecnológica impressionante nos últimos 15 anos com 144 patentes publicadas. Por mais de 15 anos, ele trabalhou como engenheiro de sistemas e gerente na concepção e lançamento de soluções avançadas de controle para a indústria papel e celulose.

PRODUÇÃO TECNOLÓGICA MT 3.6

O inventor “Terrence L. Blevins” ainda não teve nenhuma patente publicada em 2017.

RADAR TECNOLÓGICO MT 3.7

A maioria das patentes recentes do inventor “Blevins, Terrence L.” foram publicadas nos Estados Unidos, salvo 3 casos em que foram estendidas internacionalmente via PCT. Abordam assuntos diversos de controle de processos, muito embora chame atenção a grande quantidade de aplicações de coleta de big data voltada para analytics.

RADIOGRAFIA TECNOLÓGICA MT 3.8

Destacou-se a patente WO/2015/138706 do inventor “Blevins, Terrence L.”, publicada em 17.09.2015 e cujo cessionário foi a empresa americana FISHER-ROSEMOUNT SYSTEMS, INC. Esta invenção aplica um dispositivo de big data numa planta de processos industriais, em que este é capaz de aprender sozinho com a análise dos dados e disparar comandos automáticos.

https://patentscope.wipo.int/search/en/detail.jsf?docId=WO2015138706

Créditos:

Autoria por Ricardo Barreto

Documento de inteligência tecnológica gerado em 25/04/2017

Base de dados tecnológica: PATENTSCOPE

Corpo consciente

#ricardobarreto #culturadevalor #valores #cultura #aforismos #ciclodaculturadevalor #corpo #saúde #qualidadedevida #corpoconsciente #vidaconsciente #consciência #HathaYoga #ProfessorHermógenes

A inércia, ou inapetência, é a maior inimiga do corpo consciente. De nada adianta arrumar uma desculpa para si ou para o seu médico… Fato é que a prática contínua de atividades físicas pode sim prevenir a ocorrência de diversas doenças crônicas e, consequentemente, mortes prematuras. Pelo menos é o que indica uma série de estudos científicos a respeito.1

            Os benefícios se dão, mais propriamente, por diversos efeitos fisiológicos, dentre os quais destaca-se aqui a melhoria do funcionamento do sistema imunológico. Evidências mostram que até mesmo alguns tipos de câncer podem ser sinalizados e contidos logo no início por conta do melhor desempenho autoimune.2   

Não é preciso ser um “superatleta”. Uma breve caminhada de apenas 30 minutos, quando praticada com frequência, já é o suficiente.3 Pessoa comuns, com uma jornada de trabalho de mais de 8 horas, ainda arrumam tempo para ir à academia quase todo santo dia… E aí reside outro grande problema: quando se esvai o maior objetivo que é a saúde e não o culto ao corpo!

Muitos, sem sequer perceberem, na verdade estão levando uma vida fútil, frívola, sem um propósito maior… E o resultado, invariavelmente, é um só: crise de estresse, depressão profunda, pânico!!

Vamos então propor uma terapêutica simples. Não precisa ser médico para estimular as boas práticas que melhoram a saúde e qualidade de vida. Mas lembrem-se, antes de mais nada, de pesquisarem sobre o Prof. Hermógenes: o pioneiro da Hatha Yoga no Brasil.

Se é a cabeça que já não anda funcionando como antes, pode esticar um pouquinho mais a soneca (uns 40 minutinhos já é o suficiente), três vezes por semana, e propiciar um aumento do tamanho do hipocampo, melhorando a memória.4 Ou ainda, se estiver adentrando na terceira idade, vai evitar as deficiências da senilidade devido ao estímulo do fluxo sanguíneo para o cérebro que ocasiona o aumento do tamanho do córtex pré-frontal e melhora o controle motor, da memória e do pensamento crítico.5

    Quando se trata da saúde do corpo físico, não adianta de nada atuar em qualquer etapa do ciclo de cultura de valor, seja reprogramando suas crenças ou cultivando pensamentos positivos, se você não fizer também a sua parte com relação aos mecanismos mais essenciais que regem a saúde do nosso corpo. Dores crônicas são capazes de tirar qualquer um do sério!

    Uma atitude consciente, segundo a ótica aqui abordada, perpassa pela conciliação de uma vida ativa fisicamente com uma vida igualmente ativa dentro das nossas mentes. Só assim você terá uma “intervenção mente-corpo” realmente efetiva, galgando os valores mais sutis de poder, prosperidade, pureza, paz, verdade, amor e felicidade. Não há outra forma de alimentar o espírito, senão pelo equilíbrio dessas duas dimensões da nossa existência física e sutil.

            Não vejo outra definição melhor para um “ser altruísta” que não aquele que gera estes valores em base contínua e os distribui a tudo e a todos que convive. E espero, caro leitor, que o ciclo da cultura de valor tenha se figurado como um meio para esta busca. Boa sorte nesta jornada!!

Créditos:

Autoria por Ricardo Barreto

Da obra no prelo VALOR: desvendando conceitos e quebrando mitos

VOLUME II – CULTURA DE VALOR: aforismos para uma vida plena

Saiba mais:

1. Warburton, D. E. et. al. (2006) Health benefits of physical activity: The evidence. Canadian Medical Association Journal, 174(6), 801-809.

2. Friedenreich, C. M. (2001) Physical activity and cancer prevention from observational to intervention research. Cancer Epidemiology Biomakers & Prevention, 10(4), 287-301.

3. Bassuc, S. S. et al. (2013) Why exercise works magic. Scientific Americam, 74-79.

4. Erickson, K. I. et. al. (2011) Exercise training increases size of hippocampus and improves memory. Proceedings of the National Academy of Sciences, 108(7), 3017-3022. Pereira, A. C. et al. (2007), An invivo correlate of exercise induced neurogenesis in the adult dentate gyrus. Proceedings of the National Academy of Sciences, 104(13), 5638-5643.

5. Calcombe, S. J. et al. (2006) Aerobic exercise training increases brain volume in aging humans, The Journals of Gerontology Series A: Biological Sciences and Medical Sciences, 61(11), 1166-1170. Calcombe, S. J. et. al. (2004), Cardiovascular fitness, cortical plasticity, and aging. Proceeding of the National Academy of Sciences, 101(9), 3316-3321.

MONITORAMENTO TECNOLÓGICO – MT-0002-2.0

#documentodeinteligência #documentodeinteligênciatecnológica #inteligênciatecnológica #documentostecnológicos #monitoramentotecnológico #software #controledeprocessos #ZTE

SELEÇÃO TECNOLÓGICA MT 2.1

As empresas foram selecionadas de acordo com a relevância das suas patentes publicadas na base de dados WIPO – PATENTSCOPE. Interessante observar somente 1 empresa “notoriamente” de software na lista: a “Microsoft”. Curioso também constatar empresas tradicionalmente do mercado de consumo como a “Sony” com significativa produção tecnológica na área de controle de processos. A TAG da aplicação de interesse foi traduzido para o inglês nas pesquisas.

PANORAMA TECNOLÓGICO MT 2.2

A gigante japonesa “Sony” conhecida pelos bens de consumo (eletrodomésticos) ficou no primeiro lugar do ranking com 636 patentes publicadas em 2016. Uma linha de produtos conhecida é a das “câmeras inteligentes” (ex. XCIVBOX) utilizadas especificamente para controle de processos industriais, etiquetagem e monitoramento de tráfego.

PARTICIPAÇÃO TECNOLÓGICA MT 2.3

O technological share das 5 principais empresas foi de 7%, significando que não há uma considerável concentração da produção tecnológica na aplicação de “contole de processos”. Interessante observar o domínio absoluto das empresas orientais nesta aplicação, sendo 4 das principais empresas japonesas e 1 chinesa (a ZTE Corporation).

COMPETIÇÃO TECNOLÓGICA MT 2.4

É impressionante a ascensão da empresa entrante “ZTE” que em 2002 tinha somente 1 patente e em 2016 teve 314 patentes atrás somente da “Sony”. Interessante também observar a estratégia de saída da “Sony” e “Toshiba” que têm progressivamente diminuído os esforços tecnológicos na aplicação de “controle de processos”.

PROGRESSÃO TECNOLÓGICA MT 2.5

O CAGR da “ZTE” entre 2002 e 2016 chegou aos 47%, muito embora tenha-se observado um pequeno declínio nos últimos 3 anos. Salta aos olhos um período áureo de desenvolvimentos tecnológicos nesta área entre os anos de 2008 e 2012. A ZTE apresenta uma solução importante para gestão dos problemas de serviços no controle de processos chamada ZSmart Service Problem Management.

PRODUÇÃO TECNOLÓGICA MT 2.6

O forecast para 2018 está completamente mascarado porque houve uma inversão da curva de produção tecnológica com forte arrefecimento no ano corrente (só 42 patentes no Q1).

RADAR TECNOLÓGICO MT 2.7

Todas as patentes listadas são oriundas da China tendo-se em vista que a “ZTE Corporation” concentra todas as suas atividades de PD&I neste país. Nota-se ainda que boa parte destas patentes foram publicadas pelo WIPO via PCT e devem ser estendidas para diversos países na sequência.

RADIOGRAFIA TECNOLÓGICA MT 2.8

Destacou-se a patente WO/2017/054331 publicada em 06.04.2017 e com prioridade de 22.12.2015, tendo “LU, Zhien” como único inventor. Trata-se de um método e sistema para controle de temperatura em que é possível programar uma temperatura-alvo e esta se ajusta de acordo com as variações da temperatura ambiente.

https://patentscope.wipo.int/search/en/detail.jsf?docId=WO2017054331

Créditos:

Autoria por Ricardo Barreto

Documento de inteligência tecnológica gerado em 24/04/2017

Base de dados tecnológica: PATENTSCOPE

Nutrição consciente

#ricardobarreto #culturadevalor #valores #cultura #aforismos #ciclodaculturadevalor #nutrição #nutriçãoconsciente #vidaconsciente #consciência #consciênciaanimal #vegetarianismo

Confesso que até pouco tempo atrás eu nunca tinha parado para refletir com maior seriedade sobre o tema. Além de bom gourmet, até debochava daqueles que faziam uma opção alimentar mais restritiva, seja qual fosse a razão: estética, crença ou saúde.

            Foi então que li um livro do polêmico filósofo australiano Peter Singer que chamava a atenção para o dilema ético da alimentação de proteína animal e o sofrimento dos animais criados para o abate.1 Na época (ainda antes dos meus 30 anos), tomei minha primeira decisão acerca do tema: nunca mais comeria carne de vitela!

            Também nunca fui tão preocupado com estética. No máximo, quando solteiro, cheguei a frequentar a academia com maior assiduidade para manter o abdómen levemente torneado (as veleidades de moçoilo), mas nem foi necessário fechar a boca haja vista que sobrava energia e o metabolismo ainda ajudava…

            A questão estava longe ganhar notoriedade mesmo depois dos trinta. Após os 5 primeiros anos de casado, com filha para criar, trabalhando e ainda estudando como nunca, claro que você sempre acaba encontrando breves momentos de prazer na comida: aquela picanha maturada na sexta à noite, pizza portuguesa aos sábados e, claro, uma bela feijoada no domingo para arrematar a semana!

            Então, pela primeira vez, recebi recomendações médicas para atentar mais para o peso e manter sob controle o colesterol, triglicérides, etc. Até aí nenhuma novidade. Faz-se como 99,9% das pessoas: corta-se o açúcar, tranca-se o congelador e começa-se, sofrivelmente, a praticar alguma atividade física, mesmo que esporádica.

            Só percebi realmente algo diferente quando estava à beira de um ataque de estresse e resolvi fazer um retiro espiritual nas montanhas para aprender meditação, mais especificamente raja yoga. Foram dois dias de reflexão, em que aprendi não apenas a meditar, mas também a preocupar-me mais com o que entra pela boca, não pela ótica científica das interações bioquímicas dos nutrientes e seus efeitos fisiológicos, mas sim pela análise de coerência com nossas crenças e seus efeitos sobre os pensamentos. Eis aí a quebra de paradigma! Vejamos uma argumentação bem simples.

            Se sou um ser consciente, em contínua evolução através da interação construtiva com outras consciências, independente de raça, credo ou quaisquer pré-julgamentos, como posso então alimentar-me de carne de origem animal, sabendo (ou acreditando) que estes seres também são dotados de consciência, mesmo que em estágios considerados inferiores aos da espécie humana?

Pronto, se você concordou com esse primeiro raciocínio, então são muitas as perguntas sem respostas: por que, aos olhos do Criador, a consciência de uma vaca, uma leitoa ou um coelhinho silvestre seriam tão diferentes assim das nossas? Ou ainda: se comemos miúdos de galinha, por que não comeríamos miúdos de carne humana?! O Dr. Lecter, de Silêncio dos Inocentes, certamente não era vegetariano…

            Foi assim que, aos 36 anos de idade, decidi não comer mais regularmente carne de origem animal. No início me alimentava, por vezes, de camarão e alguns crustáceos que julgava apresentarem consciências num estágio rudimentar, ou seja, teriam uma tênue ligação com o plano físico e não sofreriam tanto com a morte. No entanto, mais recentemente descobri pela ciência que até mesmo o octupus apresenta um sofisticado sistema sensorial.2

Não me tornei um vegetariano convicto. Longe disso. Digo que sou um vegetariano sem vergonha! Após manter a disciplina por alguns anos, decidi levar a coisa mais suave. Seja com a família, ou amigos, sempre abro honrosas exceções…  Meu objetivo é poupar sei lá: umas 15 vaquinhas, uns 5 porquinhos e umas 70 galinhas até o final dessa minha vida.

Não aboli ovo, nem leite e seus derivados que, a propósito, são extremamente nutritivos e não recomendo que faltem em nossa dieta diária. De qualquer forma, respeito a opção tanto dos carnívoros quanto dos veganos. A sabedoria sempre reside no equilíbrio, independente de como o tenha alcançado.

           A coisa se torna premente quando se trata do direito animal. Sou a favor do movimento em defesa dos animais e também penso que está mais do que na hora de incorporamos leis de proteção severas a este respeito no código civil. É preciso evitar que estas consciências animais sofram durante o abate que é algo brutal, independente do método.

Créditos:

Autoria por Ricardo Barreto

Da obra no prelo VALOR: desvendando conceitos e quebrando mitos

VOLUME II – CULTURA DE VALOR: aforismos para uma vida plena

Saiba mais:

1. Peter Singer, Vida Ética, Ediouro: São Paulo, 1a ed., 2002.

2. Birch, Jonayhan et al. Dimensions of Animal Consciousness, Trends in Cognitive Sciences, October, 2020

Pensamentos conscientes

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Pensar de forma consciente é assumir que se entende e pratica-se, autômato e indiscriminadamente, o ciclo da cultura de valor. Em outras palavras, queremos dizer que as seguintes máximas foram, são e permanecerão plenamente incorporadas ao seu cotidiano:

  1. Assuma que a vida só existe porque há consciência: o centro de força da energia vital;
  2. Defina seu sistema de crenças, seja qual for… Apenas não fique em cima do muro! 
  3. Seja coerente ao pensar. Pense no que pensa, depois pense novamente, só então prossiga pensando… Isto é refletir.
  4. Fale com um propósito. E que este seja minimamente louvável… Caso contrário, o melhor é que guarde para si e olhe lá!
  5. Nada de mal há em levar uma vida contemplativa. Que seja resgatada a disciplina monástica, mas numa nova roupagem…
  6. Você é 100% responsável pelos seus atos? Espero que sim. Não existe destino, nem sorte e muito menos azar! Só carma.
  7. Lembre-se: valor, de fato, só se gera através de atos… E atos louváveis são raros aos que não praticam as outras máximas.
  8. Aja diferente. Pense diferente. Crie uma rotina de mudanças… Que esta seja a prerrogativa da sua vida! Nada é permanente.
  9. Gere valor. Tudo aquilo que tem impacto e é percebido… Será que, assim, as outras consciências irão propagá-lo? Decerto.
  10. Pratique estas máximas, rompa as amarras temporais e encontrarás, afinal, a Fonte de todas as criaturas: Deus.

Eis, caro leitor, o nosso “Decálogo da Consciência”. Que sirva tão somente como estímulo reflexivo, ou mais propriamente um breve convite para aqueles que anseiem por se perder num “romance com Deus”. Ter pensamentos conscientes é o primeiro capítulo – por certo o mais importante – dessa doce história chamada evolução criadora.

Você está preparado? Caso afirmativo, sem sombra de dúvidas, deves conhecer toda a obra de Paramahansa Yogananda: o grande propagador da Kriya Yoga nos tempos modernos, com especial ênfase no ocidente. Bata um Google, leia e verás! Depois experiencie… É isso.

Créditos:

Autoria por Ricardo Barreto

Da obra no prelo VALOR: desvendando conceitos e quebrando mitos

VOLUME II – CULTURA DE VALOR: aforismos para uma vida plena